Cerca de meia centena de pessoas participou hoje no Primeiro Círculo Transformador, uma iniciativa impulsionada pela candidatura de Cáceres a Capital Europeia da Cultura em 2031 e que contou com o apoio do Impact Hub, da Fundación Mercedes Calles y Carlos Ballestero e da equipa de Fundos Estratégicos do Município de Cáceres.
A coordenadora geral do Consórcio Cáceres Capital Europeia da Cultura 2031, Iris Jugo, explicou que através deste círculo “diferentes agentes e pessoas começam a trabalhar em colaboração para pensar qual é a cidade que queremos no futuro, e fazê-lo a partir da cultura”. Segundo destacou, trata-se de uma iniciativa que já aparece no projeto que foi apresentado e que será avaliado nas próximas semanas, e “é algo que fala do potencial que Cáceres e a sua região têm de dialogar e começar a desenhar esse futuro partilhado”, tudo isto enquadrado no conceito de Transcultura, que estrutura a capitalidade de Cáceres.
Por sua vez, Rafa Cobo, do Impact Hub, assinalou que se trata de refletir sobre “como encaramos a cultura como um elemento habilitador de todas as transformações que, como sociedade, precisamos de fazer hoje”.
Neste sentido, detalhou que um círculo transformador “ajuda-nos a reunir um grupo muito diverso de pessoas, no qual existem agentes culturais, mas também pessoas do mundo académico, da empresa, das organizações sociais, das instituições… Para desenvolver essa cultura a partir da qual possamos trabalhar juntos”.
Artistas mediadores e Agenda Urbana
Por outro lado, Jugo avançou que durante a jornada também foi apresentado “um conceito inovador, que são os artistas mediadores”. A ideia é que estes artistas mediadores colaborem com o desenvolvimento da Agenda Urbana de Cáceres, aproximando-a dos centros educativos.
Foi, em suma, “uma jornada de diálogo, de compreensão mútua e de desenho de atividades para essa cidade que estamos a criar entre todos”.


